sábado, 21 de maio de 2011

Morro Mãe Catira e Morro do 7

 

Esse ano pretendia me internar no mato, mas como desde o inicio do ano só chovia e houve alguns contratempos, fui adiando e só agora na metade do ano consegui colocar o PE na trilha.
Após combinar com o Will e o Reginaldo resolvemos ir acampar no morro do 7, para chegar nele e preciso passar pelo Morro do Mãe Catira, então teríamos que subir o Mãe Catira descer ela quase toda e subir o 7.
O Reginaldo comprou as passagens e nos encontramos na rodoferroviaria as 7;20, descemos na entrada da estrada velha da graciosa, no inicio da trilha tudo as mil maravilhas, o Will na frente eu no meio e o Reginaldo atrás, estávamos passando por um despenhadeiro de uns 20 metros de altura, quando de repente escuto um berro atrás de mim, achei que fosse brincadeira do Reginaldo mas quando olhei pra traz só vi a mochila dele sumindo no mato, fui devagarinho olhar o que aconteceu e de repente vejo o Reginaldo se segurando nos bambus e o rio correndo La em baixo, provavelmente ele quase abraçou Jesus rsrs
Mas ainda bem que foi só um susto e um dedo cortado que ele teve, continuamos a trilha só que baixou a neblina e como a trilha era meio fechado as plantas estavam úmidas cheguei no cume do mãe catira molhado dos pés a cabeça.
Ainda bem que não estava muito frio senão eu estaria lascado, então começamos a descida do mãe catira rumo ao morro 7 , a trilha estava pura lama.
Em virtude de estarmos com mochila cargueira, levamos em torno de 4 horas ate chegar ao Morro do 7, o tempo completamente fechado, tendo aberto somente alguns minutos e fechando novamente.
La no cume do 7 praticamente não tem lugar nenhum para se montar barraca, o Will achou um cantinho entre as pedras e o Reginaldo achou uma clareira que coube certinho a barraca dele, e eu fiquei no relento, bom o Reginaldo como E O CARA na cozinha caprichou no almojanta para se ter uma idéia teve arroz, feijão, macarrão com lingüiça, e salada de tomate com pepino... uia muito bom, depois disso me enfiei na barraca do Will, só que fiquei torto, pois tinha uma pedra abaulada então só consegui tirar um cochilo.
O jeito foi me mudar pra barraca do Reginaldo, joguei a lona da barraca onde ia dormir e deitei por cima ficou bem macio, acho que nunca tinha dormido num lugar tão macio numa trilha
La pelas 3 da manhã bateu um vendaval a barraca onde eu e o Reginaldo estávamos era cercado por arvores, não nos preocupamos muito, mas ficamos preocupado com o Will que estava La no cume, resolvemos ver se estava tudo bem com ele, quando abri a barraca e sai vi as estrelas por entre as arvores, fui até a barraca do Will e acordei ele, pois o céu estava muito estrelado dava pra ver ate as luzes de Morretes, e Antonina ficamos ali curtindo vendo as estrelas cadentes, eu resolvi dormir seguido do Reginaldo o Wil deve ter ficado apreciando La.








Acordei com o Reginaldo me chamando pois ele tinha escutado o Will chamar ele, subimos ao cume onde estava o Will e apreciamos um espetáculo digno de beleza, o nascer do sol, que mostrou toda sua beleza.



O Reginaldo preparou o café (e por isso que gosto de acampar com esse carinha), e iniciamos a descida,





A subida do Mãe Catira foi penosa, mas valida pela vista, chegamos na estrada da graciosa, umas 2 horas da tarde e resolvemos seguir até a BR 116, pois se a gente ficasse ali esperando o ônibus de porto de cima teríamos que esperar ate as 5 da tarde, andamos 5KM ate a BR 116, e por sorte conseguimos pegar um ônibus que vinha de Barra do Turvo as 3 da tarde   

segunda-feira, 28 de março de 2011

Itupava e rapel na represa veu de noiva

Ola a muito tempo eu já planejava uma ida na represa do véu de noiva fazer um rapel, depois de uns 3 meses parado, e desistências de ida por motivo de chuva eu e o Carlos resolvemos encarar essa ida
Saímos as 7 horas do terminal do Guadalupe rumo a 4 barras e depois ate borda do campo como era domingo, os ónibus iam bemmmm devagar.
Nos registramos no posto do IAP e iniciamos a descida o tempo estava muito bom e o sol não estava forte, excelente para uma caminhada, demos uma parada na cachoeira




e continuamos mais pra frente uma cena desagradável 5 carinhas totalmente embriagados na minha opinião pessoas inconsequentes em que não vejo graca nenhuma em se fazer trilha bêbado mas enfim havia mais 3 trilheiros vindo e resolvemos esperar por eles eles se chamavão Leandro, Joel e Filipe ai ficamos em numero iguais caso os bebuns arrumassem confussão passamos eles e seguimos em frente rumo a represa, notamos que a estrada de ferro esta sendo cada vez mais destruída pela ALL havia um enorme trecho da mata destruido em conseguencia de um descarrilhamento



Chegando próximo a Represa fechou o tempo e desabou um temporal, ainda bem que estávamos próximo a estação do véu mas mesmo assim chegamos molhados ate a alma
A minha sorte e que tinha levado uma camisa pra voltar pois ela era a unica roupa seca que tive.
Mas ainda bem que foi uma chuva rápida, fomos ate a represa ancoramos a corda e iniciamos a descida de primeira ate pegar o geito demorou um pouquinho ate pegarmos o geito pois estava meio escorregadio, fora isso o barulho da agua caindo fazia um barulhão tornando a descida fantástica mesmo não sendo muito alto em torno de uns 20 metros.





Matamos a vontade e resolvemos voltar Leandro, Joel e Filipe seguirão em frente acho que rumo a Portode Cima enfrentando penosa subida do Itupava com a corda molhada a mochila se tornava cada vez mais pesada, e por sorte nossa a hora que terminamos a trilha caiu outro pe d agua