sábado, 5 de julho de 2014

 NG - O famoso “chuveirinho” da caverna Temimina, em Iporanga, São Paulo

O famoso “chuveirinho” da caverna Temimina, em Iporanga, São Paulo, é formado a partir de águas oriundas do epicarste, que se infiltram em fraturas preferenciais do corpo rochoso de calcário.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Salto Rosário

materia extraida do grande amigo reginaldo do blog
http://montanhaativa.blogspot.com.br




Depois da ultima tentativa de chegar no Salto Rosário, realmente só tinha ficado na vontade. Por mais que tenha ido duas vezes sendo que a primeira não deu tempo de chegar no destino por causa do tempo. A segunda foi até fácil, graças é claro de Anderson Fidelis que conhecia bem a região, acreditando que na terceira, a trilha não sairia dos nosso pés, me enganei completamente, a caminhada foi abortada logo no início pois a trilha estava muito ruim de achar, muitas árvores no meio do caminho e também outros caminhos alternativos, pois ali é terra de palmiteiros.
Resolvemos então deixar para outra oportunidade, e neste chamei de novo meu amigo Anderson.
Dois meses depois do fracasso desta conquista nos unimos mais uma vez, mas o destino era certo, voltar ao Salto Rosário mas desta fez com um guia experiente.
Chegamos logo cedo em Porto de Cima, deixamos o carro numa chácara antes da entrada do Salto dos Macacos e partimos rumo a usina. 40 minutos de caminhada até usina e depois trilha abaixo, contornado toda a tela que separava a usina de outras propriedades, via-se até plantações de milho.
Depois de terminar essa cerca começava então a trilha. No começo tudo bem, mas logo em seguida começava o desespero, a trilha voltou a sumir dos nossos pés. Mesmo com Anderson no comando, não foi nada fácil achá-la. Com um rádio Anderson sumiu na mata para tentar achar a trilha novamente, depois de mais de 40 minutos perdidos veio o grito pelo rádio "achei a trilha". A alegria foi contagiante e começamos a procurá-lo sem nenhuma dificuldade, através do rádio se ouvia o toque do bip.

Outro problema começou a aparecer, debaixo dos nossos pés inúmeras formigas que estavam com muita fome. Não podíamos ficar parados que elas logo nos atacava, e suas mordidinhas doía muito, minha namorada começava a demonstrar cansaço. Essa era na verdade a primeira trilha de Tanynha, não imaginava que isso seria difícil para ela, mas que menina guerreira em nenhum momento pensou em desistir, somente pensava em chegar logo no destino.

A trilha voltou a sumir dos nosso pés, tinha muitas árvores no chão que atrapalhava e muito, mas com o rio sempre a vista, saberíamos que o Salto estava a caminho.
Trechos escorregadios, formigas assassinas, pirambeirinhas, lugares que precisava se arrastar ou até mesmo se pendurar, tudo isso e muito mais não atrapalhou, mas respeitar a natureza é tudo.
O bom mesmo que todo esse trecho esta bem protegido sem a degradação do homem, sem lixo.
Após 2:30 de caminha enfim chegamos. Salto Rosário uma da cachoeiras mais lindas e difíceis de se chegar, logo a cima dela esta o Salto do Feitiço, ainda em projeto para a sua conquista.
Ao chegar logo um lanche, fotos para guardar de recordação e um bom banho para comemorar, a água estava bem gelada. Minha pequena não pensou duas vezes e foi logo se jogando. Depois de um bom tempo apreciando tudo aquilo, resolvemos voltar, incrível o tempo que levou para chegar de volta até a usina, em apenas 1:10 já estávamos la. O Marumbi estava ao fundo, depois de mais algumas fotos, partimos para a estradinha por dentro da usina (não recomendável). Chegamos no estacionamento onde deixamos nossas coisas e logo partimos para Morretes onde de costume paramos numa lanchonete para comer e beber alguma coisa.
Infelizmente não conheço alguns que foram nesta aventura com a gente, mas segue ai os nomes dos meu amigos montanhista, que estava nesta empreitada:
Eu Reginaldo Mendes
Minha pequena Tanynha
Meus amigos Anderson Fidelis, Rodrigo Barbosa, Jhoninho, Patrick e Geromo.
Até a próxima.

Pico do Marumbi - Noroeste/Frontal

materia extraida do grande amigo reginaldo do blog
http://montanhaativa.blogspot.com.br



Depois de uma longa caminha pelo Itupava, eu e meu amigo montanhista Patrick, chegamos no camping do Marumbi por volta das 18:30, como era inverso e tempo seco chegamos já era noite. Fizemos um boa comida, o camping estava bem tranqüilo, quase ninguém, parecia realmente que amanha seria um ótimo dia para a subida
Logo em seguida la pela tantas horas chegaram os outros montanhista Geromo e Rodrigo Barbosa via Graciosa para completar a equipe. No mesmo dia conhecemos um novo amigo, meio doido mas muito bacana conhecido por muito como Small.
No domingo logo de manha, acordamos entre 6:30 e fizemos um forte café, pois saberíamos que a caminhada seria longo.









Começamos a trilha Noroeste por volta das 8:00 da manhã sentido Ponta do Tigre, em duas horas e vinte minutos já estávamos na Ponta, ficamos la um bom tempo apreciando a natureza e ver como ela é bela. O Abrolhos estava logo abaixo de nós e a direita Esfinge






Rodrigo estava encarregado de fazer um belo suco com a famosa garrafa pet, fizemos um lanche rápido e logo em seguida partimos para a Crista do Gigante sentido Olímpo. O dia estava maravilhoso, algumas nuvens abaixo de nós, tudo isso mostrava que nossa subida até o destino final seria um sucesso, e foi. Bem tranqüilos, e em menos de duas horas já estávamos no Olímpo.
































Depois de apreciar aquela bela natureza e ficar mais de uma hora observando como é bonito o que Deus fez, resolvemos então descer sentido Frontal. Os paredões da trilha branca são maravilhosos, na minha opinião a mais gostosa de se fazer.






Logo, já estávamos no nível do Rochedinho, paramos um pouco próximo a cachoeira dos Marumbinistas e descansamos uns vinte minutos, e para não perder o costume, por mais que a água estava bem gelada, alguns amigos resolveram tomar um banho para comemorar mais uma conquista.














Depois desta bela aventura e de novo fazer o Pico do Marumbi, uma das montanhas pioneiras do montanhismo brasileiro, seguimos para o camping, fizemos uma refeição digna de domingo e logo partimos para o Eng. Lange, descemos a estradinha das prainhas e em menos de uma hora já estávamos no estacionamento, onde esperava o nosso retorno para casa.

sacos de dormir Deuter,


Sleeping Bag System
Dormir em uma barraca é um desafio tanto para nós quanto para os materiais de confecção dos equipamentos. Uma pessoa dormindo produz apenas 25% da energia que ela produziria durante o dia. Por isso, a escolha de um saco de dormir adequado é fundamental. Porém, para que as informações sejam melhores assimiladas, precisamos começar entendendo como perdemos calor, e como mantê-lo.
Balanço Térmico: Se sentimos calor, então o calor gerado por nosso corpo é igual ou maior do que o calor perdido para o ambiente ao nosso redor. O calor é gerado pelo metabolismo. Mas, como perdemos calor? Isso se dá por:
Saco de Dormir Balanço Térmico
  • * Condução: Ao entrar em contato com uma superfície mais fria, nosso corpo começa perder calor, pois existe uma busca pelo equilíbrio térmico. Neste caso, estamos falando especialmente do chão embaixo de nosso corpo;
  • * Convecção: Estamos constantemente aquecendo o ar à nossa volta, criando um “micro-clima” confortável. Porém, como este ar não fica aprisionado ao nosso redor, qualquer circulação de ar ou movimentação faz com que este ar seja carregado para longe, fazendo com que nosso corpo aqueça o ar à nossa volta de novo. Isso faz com que percamos calor constantemente.
  • * Respiração: Ao respirarmos, o ar precisa entrar em nossos pulmões a uma determinada temperatura. Por isso, ao respirarmos um ar muito frio, nosso corpo perde calor ao aquecer o ar ao passar pelo sistema respiratório.
  • * Evaporação: O suor é um mecanismo de redução da temperatura corporal. Quando evapora, o suor carrega consigo calor, fazendo com que a temperatura seja reduzida. Quando estamos dormindo em ambientes frios, o impacto da evaporação para a perda de calor é muito pequeno.
  • * Irradiação: Nosso corpo está constantemente irradiando calor. Também não possui um impacto tão grande, mas é sempre bom usarmos um gorro ao dormir, pois muito calor é irradiado pela cabeça, uma vez que o couro cabeludo é muito irrigado por capilares. Por isso, sacos de dormir para locais mais frios sempre possuem um capuz.
As duas maneiras de se perder calor mais importantes para uma pessoa dormindo ao ar livre são condução e convecção.
Para uma noite confortável, precisamos de um balanço térmico satisfatório, ou seja:
Calor Gerado = Calor Perdido (por Convecção, Condução, Respiração, Evaporação e Irradiação)
Escolhendo um Saco de Dormir: As escolhas começam no material de enchimento do saco de dormir, que é o que vai promover o isolamento e reter o calor do corpo, criando o “micro-clima” que a perda de calor por convecção normalmente impossibilitam. Este enchimento pode ser fibra sintética ou pluma.
Fibra Sintética: Estas fibras são filamentos ocos, onde o ar fica aprisionado e é este ar que é usado como isolante térmico. São fabricadas através de um processo de consolidação térmica e são siliconadas, para aumentar seu poder de compressão e enchimento com ar, melhorando o isolamento térmico. Abaixo, algumas de suas características:
  • * Mais barato que a pluma;
  • * Seu poder de isolamento é pouco afetado quando fica úmido;
  • * Requer menos manutenção.
Imagem da fibra sintética do Saco de Dormir da Deuter
Pluma: Também conhecidos Duvet (do francês) e Down (do inglês), geralmente são plumas de ganso. O fator decisivo nos sacos de pluma é a qualidade das mesmas. Esta qualidade é expressa pela proporção entre plumas e penas pequenas, que no caso das melhores marcas, é de 90/10 (90% de plumas e 10% de penas pequenas), que é a proporção de mais alto desempenho.
A origem das plumas também é um fator muito importante. As aves que vivem em climas mais severos possuem plumas mais densas e maiores. Por isso, as plumas de gansos de áreas ao norte da Europa possuem penas de melhor qualidade do que os gansos domesticados criados na China.
Abaixo, algumas de suas características:
  • * Mais caro que os sintéticos;
  • * Seu poder de isolamento é muito afetado quando fica úmido, por isso é mais indicado para lugares com clima seco;
  • * Maior taxa de compressão (relação peso x volume);
  • * Mais leve;
  • * Maior poder de isolamento;
  • * Manutenção mais difícil (mas nada que não se possa fazer!).
A próxima escolha a se fazer é o formato do saco de dormir. Basicamente, existem sacos retangulares e sarcófagos.
Sacos Retangulares: São mais usados para camping e não para trekking ou caminhadas mais técnicas. Também são muito usados por quem vai passar a noite em um chalé ou abrigo, onde não existe necessidade de nada muito técnico, e pode ser usado como manta ou cobertor.
Sacos Sarcófagos: São os mais indicados para trekking e caminhadas mais técnicas, principalmente em locais mais frios. O ideal é sempre usar um saco de dormir que literalmente vista você, pois quanto mais espaço sobrando, mais calor será necessário para aquecer o ar que ficará nestes espaços. Como este tipo de saco de dormir acompanha o formato do contorno do corpo, não sobra muito espaço livre.
Plumas do Saco de Dormir da Deuter
A imagem abaixo mostra um saco de dormir sarcófago, e podemos ver alguns detalhes imprescindíveis quando planejamos ir para locais mais frios. São eles:
  • 1. Capuz funcional, oferece ajuste anatômico e confortável. Possui um bolso para colocação de travesseiro de camping e cordeletes de ajuste de cores diferente para facilitar a regulagem.
  • 2. Tira de Velcro, para evitar que o zíper se abra sozinho.
  • 3. Fita de isolamento, evitando perda de calor pelo zíper.
  • 4. Zíper YKK 2-Way que pode ser aberto por dentro ou por fora e permite acoplamento com outro saco de dormir. Possui fita que previne o zíper de ficar preso no tecido.
  • 5. Colar de aquecimento com fechamento por Velcro e elástico para evitar que o ar frio entre pelo pescoço.
  • 6. Footwarmer, uma camada extra de isolamento nos pés, para maior aquecimento (modelos Exosphere). Para um maior conforto, a parte dos pés é mais alta.
  • 7. DryZone (tecido tratado com repelente de água) na cabeça e nos pés para proteção contra umidade (modelos Exosphere).
  • 8. BodyWarmer feito com microfleece interno para evitar perda de calor e aquecer as laterais do corpo.
  • 9. Bolso interno com fechamento por zíper.
Sistema Sacos de Dormir
Construção dos Sacos de Dormir: Os sacos de dormir podem ser construídos em camadas ou em câmaras. Veja abaixo as diferentes construções utilizadas pela Deuter:
1-Layer Sacos de Dormir
Duas camadas simples de isolamento são colocadas sobrepostas. A camada superior é costurada no material externo e a camada inferior no material interno. Usado nos sacos de dormir Orbit +5º, Orbit 0º e Dream Lite 500.
2-Layer Sacos de Dormir
Duas camadas duplas de isolamento são colocadas sobrepostas. A camada superior é costurada no material externo e a camada inferior no material interno. Usado no saco de dormir Orbit -5º.
Shingle Layer Sacos de Dormir
As camadas de isolamento são costuradas sobrepostas de 1,3 a 3,0 vezes para aumentar o isolamento. A camada superior (sobreposta) é costurada no material externo e a camada inferior (sobreposta ou dupla) no material interno. Usado nos sacos de dormir Exosphere +2º, -4º e -8º.
Chamber Sacos de Dormir
As câmaras das camadas externa e interna são costuradas diretamente umas nas outras. Usado no saco de dormir Trek Lite 200.
H-Chamber Sacos de Dormir
As câmaras na forma H onde ficam as plumas são costuradas três a três, para evitar deslocamento das plumas e diminuição da eficiência. Usado nos sacos de dormir Trek Lite 250 e 300.
Trapezoid-Chamber
Bolsos trapezoidais colocados de forma oposta uns aos outros fazem com que mesmo que haja movimentação das plumas, não existam áreas frias (Cold Spots). Usado nos sacos de dormir Atmosphere 350, 550 e 750.
Agora, uma escolha muito importante e que é feita de forma errada na maioria das vezes: a faixa de temperatura.
Freqüentemente, fabricantes de sacos de dormir são acusados de colocar os valores de temperatura de forma arbitrária, sem qualquer estudo. Estar em conformidade com as normas internacionais custa caro e exige verificações constantes. Atualmente, a norma européia EN 13537 é a que define as faixas de temperatura para sacos de dormir.
O isolamento de um saco de dormir depende de uma serie de condições de uso (vento, temperatura ambiente, roupas, isolamento do chão, umidade, possibilidade do saco de dormir molhar e etc). Além disso, as pessoas reagem de forma diferente no frio.
  • * Gênero: As mulheres de uma forma geral sentem mais frio do que os homens. Por isso, a norma separa as temperaturas de conforto para o homem e para a mulher, que em geral é 5 °C mais elevada.
  • * Idade: Pessoas mais novas, de até 25 anos, possuem uma taxa metabólica maior do que a de pessoas mais velhas, e consequentemente geram mais calor.
  • * Condicionamento Físico: A exaustão reduz a geração de calor. Por isso pessoas mal condicionadas sentem frio mais rapidamente.
  • * Experiência: Pessoas com mais vivência ao ar livre vão estar mais bem preparadas para montar a barraca no melhor lugar (levando em consideração posição do sol, vento e etc), isolar melhor o saco de dormir do chão e etc.
Todos estes fatores devem ser levados em consideração, além de estação do ano, histórico das temperaturas máximas e mínimas na região e altitude.
Entenda as faixas de temperatura:
Temperatura de Conforto - Temperatura na qual uma mulher padrão dormirá confortavelmente.
Temperatura Limite - Temperatura mais baixa na qual um homem padrão dormirá confortavelmente. Também referida como Temperatura de Transição.
Temperatura Extrema – A partir desta faixa de temperatura (faixa de risco), uma forte sensação de frio deve ser esperada. Existe risco de danos à saúde por hipotermia. A norma define como sendo a “temperatura onde uma mulher padrão, em condições de frio extremo, vai resistir apenas por um período de 6 horas. Para minimizar perda de calor no saco de dormir, ela está em posição fetal. A temperatura da pele está em 29 °C e o metabolismo basal ligeiramente aumentado por ela estar tremendo. Existe grande risco de hipotermia.”
Etiqueta Saco de Dormir
Resumindo, nunca compre seu saco de dormir com base na Temperatura Extrema. Se você é mulher, use a Temperatura de Conforto e se você é homem, use a Temperatura Limite. É recomendado sempre deixar uma margem de erro, ou seja, veja sempre um saco cuja temperatura seja de 3 a 5 °C maior do que você precisa.
Uma boa opção é usar liners, uma espécie de “lençol” interno para sacos de dormir. Além de facilitar a limpeza, alguns aumentam a temperatura do saco em 8 oC.
Por fim, não existe mágica: não existe um saco de dormir super pequeno, ultra leve e que ainda assim agüente temperaturas baixas. Procure sempre a etiqueta do fabricante indicando que o produto está em conformidade com a norma européia.
Últimas Dicas: Uma boa noite de descanso não depende apenas do saco de dormir que você está usando, mas também da superfície onde você está e de como você dorme:
  • * O isolante térmico é muito importante para isolar você do chão. Mesmo o melhor enchimento de saco de dormir não vai evitar que você perca calor para o chão.
  • * Se a temperatura ambiente é de +2 °C e a velocidade do vento é de 30 km/h, a sensação térmica será de -3,8 °C. Portanto, abrigue-se! Use sempre uma barraca ou um saco de bivaque.
  • * Nunca durma com suas roupas molhadas, pois a perda de calor é muito maior do que com roupas secas.
  • * Aproximadamente 30% do calor é perdido pela cabeça. Mesmo que seu saco de dormir tenha capuz, durma com um gorro.
  • * Uma alimentação balanceada e uma bebida quente antes de dormir vão ajudar a esquentar seu corpo. Isso é muito importante, pois o saco de dormir não gera calor. Apenas retém o calor produzido pelo corpo.
  • * Se o organismo está desidratado não vai gerar calor de forma adequada. Portanto, hidrate-se o tempo todo.
Bons sonhos com seu saco de dormir!

http://www.deuter.com.br/system-sleeping-bag-system